Maria Kopke Maria Kopke

Ecos do Mundo - parte 1

Há quem tenha demasiada pressa para sequer reparar, e há quem repare com menos entusiasmo. Há quem indague: vão ficar muito mais tempo? Não pode ser mais baixinho? Há quem estivesse muito bem sem esta gente toda a ocupar espaço, a fazer barulho.

E o ensemble responde, tocando: pedimos desculpa pelos Incómodos Causados. Vamos continuar por aqui. 

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A última residência

Quando entrámos no auditório, já estava tudo a acontecer. O palco a ser montado, os imprevistos a surgir e a alterar todos os planos, a transformar a história do dia num enredo novo, que nos esforçávamos para acompanhar.

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O retorno

Esta é a primeira sessão de criação daquilo que no fim do ano será o concerto final. Há uma certa timidez, mas vai surgindo, mesmo que a medo, a primeira peça do grupo - que, mais tarde, ganhará o nome de “Tá Chegá”.

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O fim da primeira fase

Falámos sobre os momentos mortos, cheios de vida. Os não-lugares cheios de espaço. A complexidade que nasce dos instantes mais simples. É preciso mais tempo, sim, mas no tempo que tivemos absorvemos tanto uns dos outros. 

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A terceira residência

Viemos todos de tão longe. Que cansaço. Que alegria. Temos tanto para contar. São histórias tão pesadas, tão leves. É uma questão de como contamos, e de quem está a ouvir. 

E quem está a ouvir? 

(Fotografia: Tiago Leão)

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O segundo encontro

No último domingo de Fevereiro, o grupo reuniu-se na Fábrica Braço de Prata. Durante a manhã, cada um contou, com palavras e com música, quem era, de onde vinha.

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